quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Tráfico de Mulheres (2)
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Nova música de Tião Simpatia - FELICIDADE (DVD Mulher de Lei)
O DVD Mulher de Lei foi gravado ao vivo no Teatro do Centro Dragão do Mar em Fortaleza, numa parceria entro o Instituto Maria da Penha - IMP, a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres do Ceará - SEPAM e contou com o patrocínio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará - SECULT (projeto aprovado no I Edital Mecenas) com incentivo fiscal da Coelce
Ficha Técnica
Produção executiva NANÁ JUCÁ
Produção musical, direção e arranjos JR. FINNIS
Produção de Palco ED BRASIL E RAFAEL GADELHA
Filmagem HD PRODUÇÕES
Direção PEDRO BRASIL
Diretor executivo DOMINGOS PINA
Edição TIAGO NOBRE
Finalização MARCUS VINICIUS WASHINGTON MARTINS
Câmeras MARCUS VINICIUS, CLÉBIO FARIAS, ANTÔNIO VICTOR, GILIARDE CIPRIANO E CARLINHOS
Assistente FRACISCO BRITO
Legendas (Inglês)CORPORA TRADUÇÕES, (Espanhol) ????
Desenhos Cordel MEG BANHOS
Animação Cordel EURIANO SALES
BANDA
Bateria JR. FINNIS
Baixo NETINHO DE SÁ
Guitarra RAFAEL MAGOO
Violão CAINÃ CAVALCANTE
Teclados ROBSON GOMES
Acordeon JONATHAN ROGÉRIO
Percussão ANDRÉ ROCHA E JEFFERSON PORTELA
Sax e flauta MÃOZINHA
Vocais THIAGO NEGÃO, CLADYANE GUEDES E DÉBORA QUEIROZ
Sonorização TAT SOM
Téc. de P.A CLEBERT HELAU
Téc. de monitor GUTO
Roadie DOUGLAS SALVADOR (Time Salvador)
Gravação T2 STUDIO
TÉC. de Gravação e edição PAULO TADEU
Mixagem e masterização JR. FINNIS
Iluminação EQUIPE DO CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CUTURA
Imagem de cenário KLEVISSON VIANA
Montagem ANDRÉ CORREIA E PATRÍCIO
Fotógrafo MAGUILA
Assistente PEDRO HENRIQUE
Capa: ARTE FINAL
Seleção de repertório TIÃO SIMPATIA E NANÁ JUCÁ
TIÃO SIMPATIA VESTE BR'ANSK
Todas as composições são de autoria de Tião Simpatia, exceto "Faixa 12 -- Mulher", (Tião Simpatia e Naná Jucá)
Realização INSTITUTO MARIA DA PENHA
Parcerias: COORDENADORIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MULHERES DO ESTADO DO CEARÁ
Apoio Cultural: COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ
Patrocínio: SECRETARIA ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO CEARÁ - SECULT
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Até quando a violência contra a mulher?
Mata quem pensa: Se você não for minha, não será de mais ninguém!
Isso é amor doutor!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Caminhada 6º aniversário da Lei Maria da Penha
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
FEMINISMO
domingo, 22 de abril de 2012
CONHECENDO A VIOLÊNCIA DE GÊNERO
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Tião Simpatia e Maria da Penha partipam de evento em João Pessoa - PB
sábado, 24 de março de 2012
A importância do enfrentamento da violência doméstica no Brasil
sábado, 17 de março de 2012
Tião Simpatia no Show Mulher de Lei
segunda-feira, 12 de março de 2012
A HISTÓRIA DA INFERIORIZAÇÃO FEMININA II
As Donas da Bola - Nova música de Tião Simpatia
domingo, 4 de março de 2012
Tião Simpatia no Show Mulher de Lei - Agenda Março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Violência de Gênero
sábado, 25 de fevereiro de 2012
DEPENDÊNCIA EMOCIONAL CAUSA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Conheça o Instituto Maria da Penha - IMP
Valores
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A tarde da quinta-feira, dia 09/02/2012 foi histórica e ansiosamente aguardada por milhares de mulheres e homens, defensoras e defensores da Lei 11.340/2006, a Lei Maria da Penha.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
DVD Mulher de Lei, presenteie quem você ama

Características:sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Quem ama abraça clipe musical
Vivemos numa sociedade historicamente regida pelo sistema patriarcal, que estrutura as relações de dominação e ainda continua atribuindo ao homem, marido ou companheiro, a chefia conjugal e o mando nas relações afetivas. Nessa relação de poder, coube às mulheres o papel de cuidadora da casa, responsabilidade pela educação dos filhos e obediência ao “seu provedor”.
O Código Civil de 1916, que instituía ao homem a chefia da sociedade conjugal como representante legal da família, com o poder de administrar os bens comuns do casal e os bens particulares da esposa, incorporava e legalizava juridicamente “o modelo que concebia a mulher como dependente e subordinada ao homem”.
Quase cem anos se passaram e muitas águas rolaram. As mulheres se organizaram, ocuparam praças e exigiram mudanças na lei e na vida. A Constituição de 1988 equiparou os direitos legais de igualdade econômica, política e social. O último Censo/IBGE 2010, publicado recentemente, indica que as mulheres já controlam 38,7% dos domicílios brasileiros.
No entanto, os mecanismos de dominação, opressão e violência contra as mulheres continuam fazendo vítimas em nossa sociedade. Seja através da violência doméstica e familiar, da violência sexual, que acontece dentro e fora de casa, dentro e fora da família, da violência psicológica, que através de humilhações, insultos, intimidação, desvalorização e ameaças, ridicularizam a mulher, sob qualquer forma, provocando dores tão profundamente como as outras formas de violência ou ainda, a violência institucional, praticada pelas instituições do estado, por ação ou omissão.
O resultado de anos de luta dos movimentos de mulheres contra a violência doméstica, só pôde ser comemorado pelas brasileiras, em 2006, com a aprovação da Lei 11.340/06, mais conhecida como Lei Maria da Penha, um passo significativo para assegurar à mulher o direito à sua integridade física, psíquica, sexual e moral. No entanto estatísticas ainda mostram uma trágica realidade, reflexo do secular patriarcado.
Segundo a pesquisa “Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil”, organizada pelo Instituto Avon, entre as mulheres agredidas no país, 15% apontam que são forçadas a fazer sexo com o companheiro e 38% dos homens também admitem que já agrediram fisicamente as mulheres. As causas mais comuns são o ciúme e o alcoolismo, no entanto, 12% confessam que já bateram nas companheiras sem motivo!
Quando lemos notícias de violência feminina nos jornais sempre nos perguntamos, porque essas mulheres não abandonam seus agressores? A pesquisa do Instituto Avon fez essa mesma pergunta e o resultado é preocupante: 25% das mulheres responderam que a falta de dinheiro para viver sem o companheiro é o principal motivo, em segundo lugar vem a preocupação com a criação dos filhos e, em terceiro, o mais grave, o medo de serem mortas pelos seus companheiros: 21% na região Centro-Oeste, 16% no Sul, 15% no Sudeste, e 13% no Nordeste.
Os dados sobre a violência sexual contra a mulher revelam aspectos cruéis. Pesquisa publicada este ano pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Estado do Rio de Janeiro, o “Dossiê Mulher 2011”, indica que, do total de 3.751 estupros praticados contra vítimas do sexo feminino, 53,5% referiam-se a “estupro de vulnerável”, ou seja, as vítimas eram meninas de até 14 anos de idade. Em 50,5% dos casos, as vítimas de estupro conheciam os acusados (companheiros, ex-companheiros, pais, padrastos, parentes e conhecidos), 29,7% tinham relação de parentesco com a vítima (pais, padrastos, parentes) e 10,0% eram companheiros ou ex-companheiros. É doloroso pensar que as meninas são atacadas, dentro de suas casas, por quem deveriam receber proteção, carinho e educação, num cenário de infâncias roubadas e sonhos perdidos.
A cada 2 minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil, segundo a pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado 2010”, organizada pela Fundação Perseu Abramo/SESC. A violência doméstica aumenta o índice de suicídio, causa repetência escolar dos filhos e promove a cultura da violência. É a que faz mais vítimas no mundo.
Os dados sobre homicídios são ainda mais sombrios. Segundo o estudo “Mapa da Violência no Brasil 2010” do Instituto Sangari, entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres foram assassinadas. Isto significa 10 assassinatos por dia, cerca de 4 assassinatos para cada 100 mil habitantes.
Não podemos ignorar os números aqui apresentados. Não podemos ficar cegas, surdas e mudas aos sinais de violência contra a mulher que testemunhamos em nossas cidades, na vizinhança, ou até em nossas casas. Para quebrar este ciclo milenar do patriarcado, precisamos questionar a cultura e os valores impregnados em nossa sociedade, de que os corpos e as vidas das mulheres possam estar à disposição de homens. Devemos nos indignar diante dessa tragédia, denunciar qualquer forma de violência, mesmo as mais veladas, como o assédio moral. É nossa obrigação procurar as delegacias especializadas, ligar para a Central de Atendimento à Mulher (180) e denunciar, bem como participar das campanhas de conscientização pelo fim da violência contra a mulher.
No sentido de contribuir para transformar essa realidade a Rede de Desenvolvimento Humano (REDEH) e o Instituto Magna Mater (IMM), está organizando a campanha Quem Ama Abraça, marcando os 30 anos do dia 25 de novembro - Dia Internacional de Luta pela Não Violência contra as Mulheres-, e os 20 anos da campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres.
Se você não aceita essas injustificáveis violências, agressões, torturas e mortes de mulheres, seja solidária/o, ajude a denunciar, e se junte ao coro das/os que lutam pelo fim da violência contra as mulheres.
Fonte: Instituto Maria daPenha














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